“Toda a própria estrutura física da cidade do Rio de Janeiro, com as favelas, a questão dos morros, as favelas grandes com a estrutura interna, aparece como realmente muito propícia. É bem diferente de você ir para outro estado onde essas questões não são dadas. […] Lá, de certa forma, os traficantes se sentem ‘ambientados’, no sentido de que é onde eles possam já ter determinado suporte para continuarem com as suas práticas criminosas”, falou o sociólogo.

'Pague o quanto puder' pode ser uma nova tendência entre restaurantes?
Na Cidade do México, evento reúne mais de 20 estabelecimentos para o ‘Dia do coma o que quiser, pague o quanto puder’