“Os meninos relataram que estavam passando fome, dificuldade, alojamento superlotado, não havia água potável dentro do estabelecimento, os celulares eram confiscados e não havia internet para comunicação com os familiares. A partir disso, levamos as informações ao Ministério Público, que acionou o sistema de garantia de direitos, a prefeitura, o Conselho Tutelar e a Polícia Civil”, disse Cherri.

Casal diz ter esperado mais de duas horas por cadeira de rodas em voo; Latam alega ‘conduta inadequada’
Passageira relata ter ficado mais de 2 horas aguardando cadeira de rodas em voo da Latam A consultora de diversidade Luciana Trindade